"Por que ser igual, se somos diferentes ?!"

"Por que ser igual, se somos diferentes?!"



Somos todos diferentes, assim como as flores, como o canto dos passáros, como o amanhecer de cada dia, mas é desse conjunto de diferenças que o surgimento do novo acontece para fazer com que de adormecidos despertaremos para uma realidade nova com uma visão diferenciada para a esperança de um Mundo educado e justo para todos.


Aline Vargas

terça-feira, 15 de junho de 2010

Jogo de Libras:                                                           
DEVAGAR  SE  VAI  AO  LONGE.
Modo de Jogar:
     É uma reconstituição de um antigo jogo de tabuleiro. Podem jogar de 2 a 4 pessoas. O jogo começa quando um dos jogadores tirar 1 ou 6 no dado, sendo que se o jogador tirar o número 6 tem o direito de jogar mais 1 vez.
    Os jogadores teram que percorrer todo o trajeto do tabuleiro, sendo que haverá em algumas marcas, umas vantagens e outras  desvantagens. Se um jogador passar com sua peça por cima do adversário, terá que tirar a peça do jogo. Se o jogador ficar do lado da peça do outro , não poderá tirar a peça.
  Cada vez que você  tirar o número 1 ou 6, poderá iniciar com uma nova peça, assim podera jogar com suas 4 peças.
Para chegar na casa central, o jogador deverá tirar no  dado o número exato que falta para chegar ao fim. Se não acontecer; deverá voltar a casa na quantidade do dado.
Ganha o jogador que colocar primeiro, as 4 peças na casa do centro.
Componentes:Aline e Ana C.





BINGO
Modo de Jogar
      Este jogo pode ser aplicado com crianças em diferentes idades, pois esta de acordo com o nível de alfabetização das crianças, as palavras ditas pelo professor e visualizadas por eles como objetivo podem estar tanto em palavras como representadas em figuras.

     Cada grupo de no máximo 4 crianças receberá duas cartelas com imagem do rosto de um boneco(a),neles haverá diversos velcros para que a cada palavra dita pelo professor eles colem a respectiva mãozinha sinalizada em libras nas partes corretas de acordo com a palavra ou imagem.
    O que acontece quando algum grupo completa o padrão da cartela ? A maneira comum de anunciar que você completou é simplesmente acenar com uma vareta nela obtida um sinal de “BINGO” que é distribuída a cada grupo. Assim que o bingo é chamado, um responsável irá até a sua mesa imediatamente para conferir a cartela.
   Como foi exposto neste trabalho, a Língua de Sinais desempenha, para as pessoas surdas, o mesmo papel que a Língua Portuguesa, na modalidade oral, para as ouvintes.
   Sendo assim, o Jogo Pedagógico terá por objetivo permitir ao aluno surdo participar das atividades ou de leitura propostas então pelo professor, possibilitando ao aluno acesso a todos os recursos que esta língua oferece, como expressão facial, movimentos corporais, uso do espaço, entre outros. Além disso, esta postura vai permitir que as próprias crianças “descubram a língua”, guiadas pelo professor. Para isso o professor pode promover discussões sobre os textos e sobre as palavras por meio da Língua de Sinais, bem como comparar estruturas gramaticais na Língua de Sinais e na Língua Majoritária.

Componentes:Francielle e Valdir












Componentes:Francielle e Valdir


segunda-feira, 14 de junho de 2010

  Transtorno de conduta:

Transtorno de conduta também é chamado de delinqüência, esse comportamento é caracterizado por um padrão repetitivo e persistente de conduta anti-social, agressiva ou desafiadora. É uma doença essencialmente diagnosticada até os 18 anos. Além desta idade, é considerado transtorno da personalidade anti-social, até porque as implicações legais dos atos são interpretadas de formas diferentes.
O transtorno de conduta é um dos quadros mais comum, em que o profissional de saúde se vê solicitado e também são os quadros que mais exigem das escolas, familiares, dentro da saúde mental. O sujeito que apresenta comportamentos agressivos, salienta - se que o mesmo este precisando de ajuda, de um especialista.

Níveis de Gravidades:

Leve: Danos pequenos, tais como mentiras, gasetas a aulas, permanência as ruas sem permissão;
Moderados: o numero de problemas, de conduta e o efeito sobres os outros são intermediários entre leve e severo onde já pode haver furtos sem confronto com a vitima, vandalismo, e o uso de fumo e/ou droga.
Severos: sexo forçado, crueldade física, uso de arma, roubo com confronto, com a vítima, arrombamento e invasão.


Quadro Clinico:
Segundo o Manual Diagnostico e estatístico de transtorno Mentais, 4 ed. (DSM-IV 1995), a característica essencial do transtorno de conduta, geralmente diagnosticado pela primeira vez na infância ou na adolescência é um padrão repetitivo e persistente de comportamento no qual são violados os direitos básicos dos outros ou as normas ou regras sociais importantes apropriadas a idade. Além disso, a perturbação do comportamento causa prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.


Causas:
Principais causas são fatores constitucionais, orgânicos, ambientais, sociológicos.
Atitudes e comportamentos inadequados dos familiares, exclusão social, abuso sexual, depressão entre outros.


Diagnóstico:
Deve ser feito somente se o comportamento anti-social continuar por um período pelo menos de 6 meses,e assim representar um padrão repetitivo e persistente.
Devem estar presente algumas características importantes para o diagnostico.
Desprezo Indiferença;
Falta de sentimentos próprios;
Manipuladores, traiçoeiros, frustrados, irritados;
Comportamentos violentos;
Ameaça ou intimidação;
Início precoce de comportamento sexual.


Tratamento:
É feito sempre por equipes multidisciplinares, envolvendo médicos psiquiatras, psicólogos, incluindo intervenções junto a família e à escola (exemplos:psicoterapia familiar e individual,orientações de pais,comunidades terapêuticas e treinamento de pais em técnicos comportamentais


Fobias:
A fobia pode ser definida com um medo irracional, diante de uma situação ou objeto que não apresenta qualquer perigo a pessoa.


Fobia Social
É a de um medo marcante e persistente de uma ou mais situações sociais ou de desempenho e que a pessoa se sente exposta a desconhecidos ou a uma possível avaliação dos outros.


 Fobia Escolar
A fobia escolar é enfocada decorrente de falhas na organização psíquica
da criança e em suas relações iniciais, ficando então comprometido o aprendizado da criança.


Orientação Educacional:
Os problemas de comportamento nos escolares agridem, chamam a atenção e salientam que determinado aluno está precisando de ajuda e, portanto deve ser encaminhado para o especialista. Esses alunos, diferentes dos deprimidos ou dos somáticos, perturbam os professores, os outros alunos e seus familiares. São aqueles que podem quebrar sua autoridade em sala de aula,testando,controlando, e desafiando os papéis estabelecidos.
Componentes do grupo:


DSM-IV e pelo CID-10, Revista Brasileira de Psiquiatria, Foucault, M, etc...

Pacientes Impacientes:Paulo Freire


A reflexão de paulo Freire nos leva a compreender que só iremos superar essa postura de "querer libertar domindo",quando entender-mos que não estamos "sozinhos" no mundo e que o processo de libertação não é obra de uma só pessoa ou grupo,mas sim de todos nós.
 Primeiro Princípio:                              Saber Ouvir





                                              Uma menina muito dedicada e esforçada chamada
Camila,10 anos, tinha deficiência visual, na 4° série,
começou a deixar de levar os temas.
A professora Ana, ditava tudo muito rápido e
parecia não ter muita paciência com seus alunos.
Sendo assim, as crianças com mais dificuldades não
conseguiam acompanhar.
A professora não aceitava interferências em suas
aulas, pois achava desnecessário escutar os alunos
Camila pedia ajuda várias vezes a professora,
que em vários momentos nunca à escutava.
Porquê ?
Será que é pelo fato de ser deficiente?
Será que é pelo fato de ter mais dificuldades?
Ou, será que a professora acha que ela não é
Capaz de aprender?
Será que realmente essa escola é INCLUSIVA?
Nesse caso, Camila então foi para uma escola
específica de crianças e adolescentes com
nessecidades especiais, onde fez com que o resultado
em sua formação escolar e social tivesse grande apoio
e paciência em cada etapa, fazendo com que ela se integrasse, em um ambiente igual ao o seu.
Mas isso não impede que em escolas regulares não
possamos ter a mesma capacidade e vontade de
educar pessoas que tenham necessidades especiais,
pois partimos de um princípio que todos nós somos
diferentes.




“(…) O meu trabalho parte sempre dos níveis e das maneiras
como o outro entende a
realidade e nunca da maneira
como eu a entendo.”




Está claro assim?
Paulo Freire. Pag. 37


Segundo Princípio:
Desmontar visão mágica

Terceiro Princípio:
Aprender/Estar com o outro

Quarto Princípio:
Assumir a ingenuidade dos educandos

Quinto Princípio:
Viver pacientemente impaciente

PROJETO: ORIENTAÇÃO SEXUAL

Justificativa: Somos professoras da série da Escola Municipal de Educação Infantil Amarildo Ribeiro, e estamos discutindo e problematizando a questão da Orientação Sexual, a partir das demandas que vem dos alunos, suas curiosidades, dúvidas, que também são vistas na mídia. Buscamos então, discutir juntamente com os profissionais da educação, entre outros- direcionados a saúde, para a superação de práticas Pedagógicas. Estas práticas nos possibilitam a produção do sujeito para novos olhares, pensamentos e reflexões.
A escola nesse sentido tem o papel importante na discussão dessas temáticas pela extrema importância e relevância que tal assunto vem sendo abordado na sociedade.
Nesse sentido este projeto seria uma produção coletiva constituída por redes de apoio como – postos de saúde, ONGS, órgãos públicos e uma instituição federal – UFERGS. Sendo assim, esse desafio para nós professores, consiste em trabalhar com as múltiplas identidades e diferenças, para que essas propiciem outras temáticas com significado para nossos alunos.
Objetivo Geral: Mobilizar a escola para pensar em estratégias que oportunizem a Orientação Sexual para alunos da série e famílias, facilitando o entendimento ao tema para a discussão e suas definição.
Objetivo Específico: _ Provocar reflexões e debates no grupo sobre o convívio Social;
_ Resgatar os valores para a melhoria do Convívio Social;
_ Conhecer o funcionamento do seu próprio corpo;
_ Reconhecer os riscos que as doenças sexualmente transmissíveis podem produzir, e forma de previní-las;
_Conhecer as representações que os alunos tem sobre a sexualidade;
Metodologia: _ Apresentar o projeto para a coordenação Pedagógica;
_ Apresentar o projeto a família e alunos, juntamente com o serviço de Psicologia do posto de Saúde;
_Apresentações de filmes, vídeos, documentários;
_ Murais com foolders fornecidos pelo Posto de Saúde;
_ Palestras de profissionais convidados;
_ Caixinhas de perguntas para serem anonimamente respondidas em uma roda de conversa;
_ Oficinas com alunos e famílias;
_Roda de conversas;
Redes de Apoio: _ Parcerias com o curso de Psicologia da UFERGS além de Posto de Saúde;
_ Parcerias com alguns profissionais da SMED e busca de apoio nos Órgãos Públicos;
_ ONGS;
Cronograma: Cabe salientar que o projeto será realizado no período de dois meses, sendo que um dia da semana dois período de aula será trabalhado nos três turnos de todas as sextas feiras com o assunto de Orientação Sexual.
Avaliação: O projeto será avaliado através de relatórios pelos proponentes a partir da avaliação dos envolvidos(família, comunidades,alunos, professores).
Observação realizada no dia 18 de maio de 2010.                       


Escola Municipal de Ensino Fundamental Gilberto Jorge

Entrevista com a Professora: Maria Rosângela
Escola reconhecida em 1987;
Focaliza - se nos interesses e necessidades dos alunos;
A escola tem aproximadamente 40 professores capacitados para o Ensino Fundamental, e possuem aproximadamente 50 crianças de um total aproximado de 300 alunos;
Constrói outras formas de organização, pensando nas necessidades dos alunos, atendendo as diferenças;
Pensa na escolarização no ensino regular como um direito de todos;
Os pais são os primeiros a serem escutados;
As avaliações pedagógicas,são feitas pelos os professores, com participação dos pais na entrega ddas avaliações que são feitas para as famílias;
As reuniões pedagógicas são feitas semanais por duas horas, sendo que os professores que trabalham em  um projeto de Educação Inclusiva tem um acréscimo de mais uma hora semanal de reunião;
A inclusão para a escola é um movimento diário, que todos tem que fazer para incluir e sermos incluidos;
Trabalham no sentido da educação inclusiva, com alunos com deficiência mental e transtornos globais do desenvolvimento,e a presença deses alunos é que fazem o grupo buscar a capacitação, tanto nos espaços de formação organizadas dentro da escola como através de formação individual, buscado pelo professor;
A escola desconhece se o nosso município tem uma proposta única voltada para as escolasde ensino regular;
Os professores enfrentam os desafios da inclusão, de forma responsavel, e vão aprendendo com o trabalho que realizam;
Até o momento são poucos os conhecimentos produzidos sobre a escolarização de alunos com algum tipo de deficiência em escolas regulares, a educação inclusiva é ainda muito recente;

Observação nas salas de aulas:
Turma: B32
Prof: Stella
Volante: Adriana
Aula:  Português
Haviam 16 alunos na sala de aula (11 meninas/5 meninos), sendo que uma delas era Paloma com autismo, as crianças estavam entregando seus livros em grupos na bíblioteca, e a professora estava retomando a aula sobre CHARGES. A professora volante auxiliava Paloma nas atividades da aula com massinha de modelar incluindo-a na mesmo assunto.
Turma: A 21
Prof: Valéria
Volante: Rosana
Haviam 20 alunos na sala de aula ( 14 meninas/6 meninos). Crianças sentadas em grupos divididos na sala, devido ao nível de conhecimento de cada criança, enquanto a professora volante axiliava os que tinham mais dificuldades a professora Valéria sentou no fundo da sala e chamava cada aluno para mostrar seus cadernos, e fazia uma atividade relacionada aos números com recurso de palitos de picolé em que as crianças contavam até onde sabiam.

Trabalho realizado por: Aline Vargas, Ana C. Avila e Francielle Costa
 Observação na escola de Ensino Fundamental Três de Outubro.
                        
Projeto Político Pedagógico:
A escola Três de Outubro preparar o estudante para a cidadania, cultivando valores da família, escola sociedade. Compartilha trocas entre todos dentro da escola, priorizando as necessidades dos alunos e comunidade e buscam trazer as crianças/ adolescentes dentro da escola.
Os professores do colégio não vêm dificuldade em adaptar- se ao PPP, mais vêem desmotivação dos órgãos Públicos com os desleixos ao professor.
Plano Anual/ Global:
É feito pelos gestores e professores, com encontros semanalmente, em áreas finais a cada 15 dias.
Plano de Estudos:
É o eixo dos professores, que possibilita seus projetos de trabalhos na formação do aluno, trabalhando em conjunto.
Projeto de trabalho:
Observação na escola de Ensino Fundamental Três de Outubro.

Acreditam na proposta sempre elaborada pelos professores e gestores, necessitando da colaboração de todos para um resultado positivo.
Avaliação:
Provas, trabalhos em grupos e ou individual, valorizando o conhecimento de cada aluno. Os alunos têm a possibilidade de fazer uma recuperação paralela durante o período letivo se sua nota não for satisfatória.
Perspectiva da Escola:
Todos os professores têm um projeto de uma escola ideal, o que falta é suporte para ela se tornar concreta. A vontade os professores tem , o que falta é o querer público investir nos professores e dentro das nossas escolas.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Missão Especial
O filme Missão Especial é baseado em um fato real traz a nós educadores a visão de que cada vez mais devemos   integrar as crianças com Necessidades Especiais à sociedade, devemos nos conscientizar que elas têm o direito de estar com outras crianças que não tenham as mesmas necessidades. “No filme isso fica bem claro, quando a mãe dos gêmeos Stephen e Phillip não permite que o diretor tire os dois da escola regular que frequentam , fazendo prevalecer seus direitos.
Às vezes os pais por questões de cultura ou criação ou outros motivos, não aceitam seus filhos com alguma necessidade, fazendo com que essa criança seja prejudicada na sua trajetória de vida.. 
Temos que ter a consciência de que para essa criança se desenvolver e ter uma oportunidade na vida, ela tem que contar com o apoio, a colaboração, afetividade, responsabilidade, comprometimento, dos famíliares, do educador e da Sociedade para poder prosperar. Esse filme é uma lição de vida para aquelas pessoas que não conseguem e nem se esforçam para lidar com as diferenças. E nós educadores muito mais , devemos estar preparados e de braços abertos para essa inclusão realmente acontecer, ainda falta preocupação e sensibilidades desses educadores de possibilitar a essas crianças com Necessidades especiais de viver.



Informações Técnicas
Título no Brasil: Missão Especia
Ano de Lançamento: 2004
Direção: Grega Champion
site: http://www.interfilmes.com/filme_16712_Missao.Especial-(Miracle.Run).html