"Por que ser igual, se somos diferentes ?!"

"Por que ser igual, se somos diferentes?!"



Somos todos diferentes, assim como as flores, como o canto dos passáros, como o amanhecer de cada dia, mas é desse conjunto de diferenças que o surgimento do novo acontece para fazer com que de adormecidos despertaremos para uma realidade nova com uma visão diferenciada para a esperança de um Mundo educado e justo para todos.


Aline Vargas
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quarta-feira, 16 de junho de 2010

EM EDUCAÇÃO QUEM É O PROTAGONISTA?
Mediando as diferênças, promovendo a inclusão

O Novo Educador
Entre a teoria e a prática, existe uma distância importante, deve se vencer resistências entre o que é vivido e o que realmente devemos levar a cabo.
Se faz necessário diante de uma nova prática, num modelo de professor MEDIADOR colocar o aluno como protagonista, pra isso é preciso auto-reflexão, formação, trabalho em equipe, mudança da prática.
O mediador deve dar orientação para o sujeito e a sua realidade, utilizando o diálogo como instrumento de relação.O professor mediante ao diálogo com o aluno observa o processo de pensamento, podendo oferecer ferramentas e estratégias para ele tomar consciência do seus próprios atos.



Para que aconteça essas relações mediadoras se fazem necessária condições prévias:

*Relações de confiança mútua ,aceitação e respeito;
* Relação afetuosa com formação de auto-imagem positiva e realidade do aluno;
* Intervenção com meios de superar-se, ir em busca de resposta;
* Levar em conta a capacidade do aluno;
A este professor solicita-se que possa intervir de forma intencional, significativa e diferenciada, que seja o apoio para o sujeito vá se construir. 

A Quem Educamos: A Riqueza de Ser Diversos
_ Todo ser humano é merecedor de plena dignidade humana;
_ Ninguém deve ser excluido, nem por princípios, nem por processos educativos;
_ É importante nossas atitudes, pois formam parte de um currículo oculto;
_ A maior dificuldade é tratar de forma homogênia, o diferente;
_ Alunos de culturas diferentes, não podem assumir a nossa cultura, pois assim perdem elementos importantes da sua identidade;

 Há outras características que deve-se considerar:
1. Momento evolutivo, cognitivo/afetivo/social;
2. Sua história pessoal;
3. Sua aprendizagem prévia;
4. Sua zona de desenvolvimento Proximal;
5. Estilo de aprendizagem;
6. Funções cognitivas;
7. Contextos, interação entre professor e aluno;
                                                                    Prof: Rosa Eulógia Ramirez

Necessidades Eucativas Especiais



DEFICIÊNCIA MENTAL

A deficiência mental é um transtorno heterogêneo com origem no cérebro que causa baixa produção de conhecimento, funcionamento intelectual abaixo da média, dificuldade de aprendizagem e comprometimento das habilidades adaptativas.
Os comprometimentos são influenciados por fatores genéticos, ambientais e psicológicos. Fatores biológicos sutis como anormalidades cromossômicas também contribuem para a causa da deficiência mental, é o caso da síndrome de down.
Em função da criança com deficiência mental ter suas funções intelectuais comprometidas, ela pode ter dificuldades de desenvolvimento e de comportamento, principalmente no aspecto da adequação ao contexto a que pertence. As dificuldades podem surgir também nas esferas da comunicação, do cuidado consigo mesma, dos talentos sociais, da interação familiar, da saúde, na segurança, no desempenho acadêmico, no lazer e no campo profissional.


Componentes do Grupo:Camila M. e Gabriela


DEFICIÊNCIA VISUAL
Deficiência Física Sensorial Visual
São classificados deficientes visuais os cegos e os com baixa visão.


Cegueira
É uma alteração de perda de visão que afeta uma ou mais funções como a capacidade de perceber cor, tamanho, distância, forma, posição. A cegueira pode ocorrer desde o nascimento (cegueira congênita), ou posteriormente (cegueira adquirida) em decorrência de causas orgânicas ou acidentais.
O papel do educador na educação de criança cega é auxiliá-la inicialmente nas situações novas, mas incentivá-la a adquirir autonomia suficiente para realizar atividades possíveis sozinha.









Baixa Visão
As pessoas com baixa visão são aquelas que possuem -30% da visão ou superior no melhor olho com correção. A baixa visão causa uma redução de informações do ambiente, restringindo as informações que ele oferece.
É difícil identificar quando uma criança tem baixa visão. Ela enxerga pouco, mesmo com óculos. Porém nunca deve ser desprezado o resíduo que esta tem de visão, por menor que este seja, deve ser incentivada a usá-lo o máximo possível.
É importante que para estas pessoas se possam ter alguns recursos especiais, como os recursos ópticos que são: óculos especiais, lupas de mesa e de apoio, telescópio. Também há os recursos não ópticos que são ampliação de fonte, lápis 4B ou 6B, softwares com magnificadores de tela e programas com síntese de voz.
Componentes do Grupo: Giana e Mônica

ALTAS HABILIDADES
Talentoso, quando comparado a população geral apresenta habilidades significativamente superiores em área específica ou várias áreas.
Atividades pedagógicas complementares são desenvolvidas em sala de recursos, oportunizando momentos de desenvolvimento global e harmonização dos aspectos dificultadores de seus potenciais.
Podem se manifestar de formas construtiva favorecendo a aprendizagem e as relações interpessoais
Poderá ocorrer intolerância, ridicularização, falta de compreensão de colegas e professor

Características:
Comportamentais;
Aprendizagem;
Pensamento criativo.
Componentes do Grupo: Dione e Roseli
Brinquedo Pedagógico
 
DEPRESSÃO INFANTIL
 É difícil de diagnosticar em crianças pois não relatam o que sentem efetivamente por falta de cognição.


Depressão no bebê
Diretamente ligada ao vínculo materno ou falta deste.

Depressão na pré escolar
Altera atividades próprias da faixa etária:perda de interesse,regressão na linguagem e controle urinário.

Depressão Escolar
Movimentos lentos,apatia,tom de voz monótono,fala negativa,baixa auto-estima.



 Depressão Infantil Primária
Apresenta problema de conduta,não tem amigos,condutas agressivas,rivalidades entre irmãos.


FATORES DE RISCO
SOCIAL: exigencia acima de suas capacidades,gera frustrações e sentimento de fracasso.

FAMILIAR: lares desajustados,sem base/amos,muito exigentes ou muito permissimos

GENÉTICO: quanto maior o componente genetético,maior poderá ser o peso da influência ambiental.

DIAGNÓSTICO
Quanto mais precoce melhor
Medicação com controle profissional
O preconceito familiar é determinante na demora para o início do tratamento.
Componente: Liane B.

DÍSTURBIO DE LINGUAGEM
Os distúrbios de linguagem assim como as dificuldades de aprendizagem são conceitos que caminham juntos no processo de desenvolvimento cognitivo da criança, no decorrer deste caminho pais e professores devem estar atentos para não rotular a criança com problemas, mas observar com atenção a qualquer dificuldade que a criança venha à ter no seu dia a dia educativo.

Definição de Linguagem e fala

Linguagem é um código de comunicação que consiste no uso de sinais, signos e símbolos escolhidos para representar os diferentes aspectos deste código, determinados por regras cognitivas dependentes das funções cerebrais adquiridas.
A fala por sua vez é um aspecto da linguagem representado pelo uso de sinais produzidos pela exalação, fonação, articulação e ressonância humana, cuja comunicação se dá por meios acústicos e auditivos.
A linguagem humana pede bases orgânicas íntegras, bom psiquismo do individuo, ambiente social estimulador e inúmeros fatores cognitivo-linguísticos para que se desenvolva.
Componentes do Grupo: Paula e Roberto

EPILEPSIA
A epilepsia é uma doença que tem como ponto de partida uma perturbação do funcionamento do cérebro, devido a uma descarga anormal de um determinado número de neurônios cerebrais. Esta descarga tem um início súbito e imprevisível e, de curta duração pode ir de segundos a minutos, raramente ultrapassando os 15 minutos mantendo-se o funcionamento cerebral normal entre as crises. As crises têm tendência a repetir-se ao longo do tempo sendo, contudo, a freqüência variável de pessoa para pessoa.










Componente: Camila B.

AUTISMO
Autismo é uma síndrome presente desde o nascimento, manifesta-se invariavelmente antes dos trinta meses de idade e prolongasse durante toda a vida.

Características

Dificuldades quanto ao relacionamento com pessoas;
Contato visual difícil,sendo normalmente evitado;
Intolerância a contatos físicos e afetivos;
Dependência de rotinas e resistência à mudança;
Repetição de palavras proferidas por outros (ecolalia).

SÍNDROME DE ASPEGER
Síndrome de Asperger é uma desordem neurológica que é frequentemente descrito como uma variante mais branda do transtorno autista.
Além de todas as características do autismo de uma maneira moderada, a Síndrome de Asperger, tem uma característica própria, a criança chama atenção por se dedicar de forma muito envolvente em um ou poucos assuntos sobre os quais demonstra interesse e curiosidade, assuntos esses não comuns para o seu grupo etário. Como línguas mortas, quadros numéricos, horários de trens, lista telefônica e etc.
Componentes do Grupo: Kelly e Thaís

TRANSTORNO DE TIQUES
"Um tique é um movimento motor ou uma vocalização súbita, rápida, recorrente, sem ritmo e estereotipada. Ele é experimentado como algo incoercível, mas pode ser suprimido por períodos variáveis de tempo."
(DSM-IV, p. 98)



Os tiques, tanto motores quanto vocais (ou fônicos), podendo ser classificados como simples (involuntários) ou complexos (semi-voluntários).

Alguns exemplos de tiques e suas classificações:

Motores:
simples: franzir a testa, fazer caretas, mover dedos dos pés ou mãos, tossir;

complexos:pulos, contorcer-se, estabelecer contato físico com terceiros, ecocinesia (imitação dos movimentos de outra pessoa);

Vocais:
simples: geralmente sons emitidos pela passagem do ar pela boca, pela garganta ou pelas narinas;

complexos: elocuções descontextualizadas, coprolalia (obscenidades), ecolalia (repetição do último som ouvido) e palilalia (repetição dos próprios sons).
Componente: Herbert

segunda-feira, 14 de junho de 2010

  Transtorno de conduta:

Transtorno de conduta também é chamado de delinqüência, esse comportamento é caracterizado por um padrão repetitivo e persistente de conduta anti-social, agressiva ou desafiadora. É uma doença essencialmente diagnosticada até os 18 anos. Além desta idade, é considerado transtorno da personalidade anti-social, até porque as implicações legais dos atos são interpretadas de formas diferentes.
O transtorno de conduta é um dos quadros mais comum, em que o profissional de saúde se vê solicitado e também são os quadros que mais exigem das escolas, familiares, dentro da saúde mental. O sujeito que apresenta comportamentos agressivos, salienta - se que o mesmo este precisando de ajuda, de um especialista.

Níveis de Gravidades:

Leve: Danos pequenos, tais como mentiras, gasetas a aulas, permanência as ruas sem permissão;
Moderados: o numero de problemas, de conduta e o efeito sobres os outros são intermediários entre leve e severo onde já pode haver furtos sem confronto com a vitima, vandalismo, e o uso de fumo e/ou droga.
Severos: sexo forçado, crueldade física, uso de arma, roubo com confronto, com a vítima, arrombamento e invasão.


Quadro Clinico:
Segundo o Manual Diagnostico e estatístico de transtorno Mentais, 4 ed. (DSM-IV 1995), a característica essencial do transtorno de conduta, geralmente diagnosticado pela primeira vez na infância ou na adolescência é um padrão repetitivo e persistente de comportamento no qual são violados os direitos básicos dos outros ou as normas ou regras sociais importantes apropriadas a idade. Além disso, a perturbação do comportamento causa prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.


Causas:
Principais causas são fatores constitucionais, orgânicos, ambientais, sociológicos.
Atitudes e comportamentos inadequados dos familiares, exclusão social, abuso sexual, depressão entre outros.


Diagnóstico:
Deve ser feito somente se o comportamento anti-social continuar por um período pelo menos de 6 meses,e assim representar um padrão repetitivo e persistente.
Devem estar presente algumas características importantes para o diagnostico.
Desprezo Indiferença;
Falta de sentimentos próprios;
Manipuladores, traiçoeiros, frustrados, irritados;
Comportamentos violentos;
Ameaça ou intimidação;
Início precoce de comportamento sexual.


Tratamento:
É feito sempre por equipes multidisciplinares, envolvendo médicos psiquiatras, psicólogos, incluindo intervenções junto a família e à escola (exemplos:psicoterapia familiar e individual,orientações de pais,comunidades terapêuticas e treinamento de pais em técnicos comportamentais


Fobias:
A fobia pode ser definida com um medo irracional, diante de uma situação ou objeto que não apresenta qualquer perigo a pessoa.


Fobia Social
É a de um medo marcante e persistente de uma ou mais situações sociais ou de desempenho e que a pessoa se sente exposta a desconhecidos ou a uma possível avaliação dos outros.


 Fobia Escolar
A fobia escolar é enfocada decorrente de falhas na organização psíquica
da criança e em suas relações iniciais, ficando então comprometido o aprendizado da criança.


Orientação Educacional:
Os problemas de comportamento nos escolares agridem, chamam a atenção e salientam que determinado aluno está precisando de ajuda e, portanto deve ser encaminhado para o especialista. Esses alunos, diferentes dos deprimidos ou dos somáticos, perturbam os professores, os outros alunos e seus familiares. São aqueles que podem quebrar sua autoridade em sala de aula,testando,controlando, e desafiando os papéis estabelecidos.
Componentes do grupo:


DSM-IV e pelo CID-10, Revista Brasileira de Psiquiatria, Foucault, M, etc...